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Brutal Entrevista: Fire Hunter


A Brutal entrevistou a banda Fire Hunter, de Ponta Grossa (PR). Suas composições se encaixam no gênero heavy metal, mesclando o tradicional com melódico. As perguntas foram respondidas em conjunto pelos membros da banda.

1- Como a banda começou? Contem um pouco sobre a história da banda e sobre como está a formação atual.

A banda começou em 1997 na escola 31 de Março. A professora Zeneide chegou em sala de aula falando sobre um concurso de música que aconteceria, eu era aspirante a guitarrista na época, e fui atrás de outros alunos músicos pra montar uma banda e competir. Ganhamos o concurso e logo depois conhecemos o Cléber (bateria) que na época fazia backing vocals, e isso nos estimulou a continuar, montamos um time de músicos com um objetivo em comum, fazer músicas próprias e fazer carreira musical, o que é difícil de se conseguir mesmo nos dias de hoje… acho que isso que nos permitiu continuar de forma duradoura. Daí pra frente tivemos muitas formações, muitos músicos de competência inquestionável entraram e saíram do FH, sempre contribuindo muito. Quanto a formação atual só posso dizer uma coisa, é muito bom trabalhar com essa galera, músicos de peso e competência inquestionáveis, sempre gosto de acreditar que o momento atual é o melhor quando diz respeito ao FH.

2- Vocês tem materiais lançados? Quais são e onde podemos encontrar?

Temos dois álbuns e dois clipes. O “Arising From Fire”, que passamos seis anos gravando devido as dificuldades e falta de recursos da época, começou a ser gravado em 2006 e foi lançado em 2012. Depois gravamos o “No Fear No Lies”, este de maneira bem mais profissional, que foi produzido por Tito Falaschi, gravado em São Caetano no ABC paulista e lançado em 2014. Esse álbum rendeu o clipe da faixa que dá o nome ao álbum “No Fear No Lies”. Também gravamos um single que rendeu outro vídeo clipe da música “The One To Be Followed”. Este foi gravado no Teatro Ópera de Ponta Grossa e as cenas externas no rio São Jorge também em nossa cidade.

Os álbuns podem ser adquiridos conosco através da página no Facebook. Basta enviar uma mensagem pra gente dizendo que gostaria de adquirir os Cd’s e a gente combina como entregar

3- Como estão as atividades da banda durante esse período de quarentena?

Por uma questão de responsabilidade estamos isolados no que diz respeito a banda, decidimos parar os ensaios. Mas tivemos a oportunidade de fazer uma live no primeiro mês de quarentena. Só aceitamos porque a proposta dos idealizadores era arrecadar cestas básicas e produtos de higiene para uma instituição de caridade. Foi bem interessante, conseguimos perto de meia tonelada de alimentos. No mais, é tocar em casa e falar com a banda pela internet mesmo, compôr e produzir pra quando passar este momento dar sequência nos trabalhos.

4- Teremos alguma novidade vindo por aí? Lives, singles, clips…

Live se for em prol de algo que contribua pra ajudar no momento em que vivemos, estamos aí, caso contrário é aglomeração gratuíta. Uma coisa que posso adiantar, é que estamos com quase tudo pronto para um novo video clipe, a parte do áudio está terminada (gravado, mixado e masterizado). Bem no momento que íamos fazer as imagens, a pandemia chegou, então paramos. Mas quando as coisas voltarem ao normal vai ser rápido terminar e lançar.

5- Falem um pouco sobre o processo criativo da banda. Isso é um assunto que muda de tempos em tempos. No primeiro álbum fazíamos as músicas juntos, um chegava com a ideia e todos trabalhavam no ensaio, as letras vinham normalmente de um integrante que sentia a “vibe” e pedia pra fazer. Tivemos muita ajuda da Cláudia Neumann, irmã do Cléber, isso não entrou nos créditos do álbum, mas quero deixar registrado aqui. Já no segundo álbum tínhamos a tecnologia à disposição e isso facilitou no sentido de que conseguíamos compôr e simular os instrumentos que não dominávamos, escrevendo as partituras. Então levamos porradas de fragmentos de riffs e melodias e montamos no estúdio, o Tito nos guiou durante todo o processo e assim nasceu o disco.

6- Quem compõe as músicas? Todos! As vezes mais um, outrora outro, ser criativo não é uma coisa que se pode ser a todo momento, mas todos dão ideias e colaboram sempre.

7- Deixem uma mensagem para os seus fãs!

Quando tudo isso passar traremos muita música e grandes novidades…é um prazer fazer parte da família Fire Hunter e tenham fé no heavy metal …iremos voltar com tudo. Força, fé no que acreditar, empatia, e muito rock ‘n roll SEMPRE! A música une e nunca separa!

Élson José Moreira – vocal Eduardo Moraes – guitarra Henry Andreas – guitarra Hildgar Juswiack – contrabaixo Cleberson Neumann – bateria



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